O Predador: Primeira Presa (2022)

 

 

Título original – Prey

 

É o regresso do Predator, um dos mais fascinantes e temíveis monstros do Cinema.

Agora em jeito de prequela a todos os episódios já vistos.

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O Perigo Vem das Mulheres (1969)

 

 

Título original – Some Girls Do

 

James Bond fazia sucesso.

Os seus rip-offs e spoofs idem (ainda que não durassem tanto como a saga do personagem criado Ian Fleming).

Bulldog Drummond já tinha bom curriculum na literatura e no cinema (fizeram-se vários filmes nos 20s e 30s).

Em 1967 surgiu um recomeço (“Deadlier than the Male”), agora virado para o tom dos spy thrillers de 007.

Eis a sequela.

Bem recheado de girls. E bem letais.

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Elas são Mais Perigosas (1967)

 

 

Título original – Deadlier Than the Male

 

Perante o (enorme) sucesso da saga “James Bond”, não tardaram a surgir rip-offs e spoofs.

Um deles é a saga dedicada a Hugh “Bullldog” Drummond. Também é oriundo da literatura, e já contava com várias adaptações cinematográficas nos 20s e 30s.

Eis um recomeço, agora afastado do thriller noir como foi no passado e mais virado para o humor e o spy thriller à 007.

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48 Horas – Parte II (1990)

 

 

Título original – Another 48 Hrs.

 

“48 Hrs.” (1982, já aqui visto) tinha sido um enorme sucesso e tinha feito escola.

Parecia ser boa ideia retomar a equipa.

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48 Horas (1982)

 

 

Título original – 48 Hrs.

 

Eis o filme que gerou a moda dos bubbdy-buddy movies e dos policiais cómicos.

Cineasta apto para o actioner urbano, uma bem escolhida dupla de protagonistas.

Num tempo em que passam 40 anos sobre o filme, dediquemos uma horas a este clássico.

Até porque já não de fazem filmes assim.

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Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022)

 

 

Título original – Doctor Strange in the Multiverse of Madness

 

É o regresso do Dr. Strange, agora num vasto universo.

Mas é também o regresso de Sam Raimi ao Cinema e aos super-heróis.

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Sonic 2: O Filme (2022)

 

 

Título original – Sonic The Hedgehog 2

 

Sonic é uma das mais felizes criações do mundo dos videogames, um personagem carismático que marcou gerações e ainda é um ícone.

Claro que o Cinema o procurou e o filme surgiu em 2020.

Divertido, colorido e em perfeita sintonia com os jogos, o filme foi um sucesso em diversas áreas.

Sem surpresa, cá está a sequela.

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Young Guns – A Saga

 

 

A história de Billy The Kid é verdadeira.

Mas a História ganhou contornos de lenda, com o Western a ajudar em muito a tal (foram vários os filmes com e sobre Billy).

A saga “Young Guns” (dois filmes) procura repor a verdade sobre Billy no meio da lenda criada.

(ainda que não ignore um ou outro aspecto que favorecem o mito)

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Kingsman: O Início (2021)

 

 

Título original – The King’s Man

 

“Kingsman” arrancou nos comics, teve sucesso e logo o Cinema se interessou por ele.

“Kingsman: The Secret Service” surgiu em 2014 e foi uma lufada de ar fresco no campo dos spy thrillers (que andavam muito sérios – problema que até é discutido no filme), com um surpreendente Colin Firth como action hero.

“Kingsman: The Golden Circle” vem em 2017 e é uma loucura de action.

Matthew Vaughn mostra algo do que pretendia fazer com James Bond (ele foi ponderado para “Casino Royale” e foi um bom impulsionador para a escolha de Daniel Craig; Vaughn já tinha feito um “spy thriller” digno de 007 em “X-Men: First Class”).

Prometia-se mais um episódio. Ei-lo. Mas é prequela a todos.

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John Carpenter`s “Escape from…”

 

 

John Carpenter sempre afirmou que entrou para o movie business porque queria fazer Westerns (ele chegou a escrever um para ser protagonizado por John Wayne, tendo até tido conversações com The Duke).

O espectador mais distraído pode olhar para a filmografia do The Master e achar que Carpenter falhou redondamente.

Pois bem, quem achar tal é que falha redondamente.

Se há algo que Carpenter sempre fez (90% da sua filmografia) foram Westerns.

 

Só que…

Disfarçados.

 

É esse um dos (muitos) talentos de Carpenter – saber fazer Westerns disfarçados.

Sejam de terror (“Halloween”, ”The Fog“, “Prince of Darkness”, “Vampires”, “Ghosts of Mars”), suspense (“Assault on Precinct 13”), comédia (“Memoirs of an Invisible Man”), fantasia (“Big Trouble in Little China”) e sci-fi (“Starman”, “They Live”).

 

Para o último género, é o caso da saga “Escape from…” (“… New York” e “… L.A.”).

Como sempre no Cinema de Carpenter, para além do entretenimento de um filme de género, há uma análise ao estado do mundo.

Este dupleto acaba por ser uma visão (bem certeira) do rumo que o mundo seguiria (e onde chegou e está). Hoje, deixam de ser filmes de ficção científica (na época em que foram feitos, as datas de localização da acção pareciam tão longínquas) e são mais “históricos (“… New York” passa-se em 1997 e “… L.A.” passa-se em 2013), sendo quase… “documentários”.

Passam 40 Anos sobre “Escape from New York” e 25 sobre “Escape from L.A.”. É, portanto, motivo de festa (para o fã, nerd e certos sectores cinéfilos minoritários).

Escapemos, então, a esta prodigiosa saga.

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