Buzz Lightyear (2022)

 

 

Título original – Lightyear

 

Buzz Lightyear é um dos grandes personagens da adorável saga ”Toy Story”.

Eis o filme sobre o humano que o inspira.

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Crimes of the Future (2022)

 

 

David Cronenberg regressa.

E a questões clínicas, sobre o futuro do ser humano.

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A Décima Vítima (1965)

 

 

Título original – La Decima Vittima

 

Sci-Fi vinda de Itália, sobre um futuro já algo presente.

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The Matrix Resurrections (2021)

 

 

“The Matrix” (1999) marcou o seu tempo (e uma passagem de Século em termos cinematográficos) pela inovação dos (incríveis) efeitos visuais, pelas (estonteantes) cenas de acção e pela (profunda e complexa) narrativa.

Ficou logo como culto e clássico, originou “imitações”, “rip-offs”, foi influente e gerou duas sequelas (que ainda hoje dividem os fãs).

Há uns anos surgiu a ideia de nova sequela (ou começo de nova trilogia).

Cá está a ressurreição da Matriz.

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John Carpenter`s “Escape from…”

 

 

John Carpenter sempre afirmou que entrou para o movie business porque queria fazer Westerns (ele chegou a escrever um para ser protagonizado por John Wayne, tendo até tido conversações com The Duke).

O espectador mais distraído pode olhar para a filmografia do The Master e achar que Carpenter falhou redondamente.

Pois bem, quem achar tal é que falha redondamente.

Se há algo que Carpenter sempre fez (90% da sua filmografia) foram Westerns.

 

Só que…

Disfarçados.

 

É esse um dos (muitos) talentos de Carpenter – saber fazer Westerns disfarçados.

Sejam de terror (“Halloween”, ”The Fog“, “Prince of Darkness”, “Vampires”, “Ghosts of Mars”), suspense (“Assault on Precinct 13”), comédia (“Memoirs of an Invisible Man”), fantasia (“Big Trouble in Little China”) e sci-fi (“Starman”, “They Live”).

 

Para o último género, é o caso da saga “Escape from…” (“… New York” e “… L.A.”).

Como sempre no Cinema de Carpenter, para além do entretenimento de um filme de género, há uma análise ao estado do mundo.

Este dupleto acaba por ser uma visão (bem certeira) do rumo que o mundo seguiria (e onde chegou e está). Hoje, deixam de ser filmes de ficção científica (na época em que foram feitos, as datas de localização da acção pareciam tão longínquas) e são mais “históricos (“… New York” passa-se em 1997 e “… L.A.” passa-se em 2013), sendo quase… “documentários”.

Passam 40 Anos sobre “Escape from New York” e 25 sobre “Escape from L.A.”. É, portanto, motivo de festa (para o fã, nerd e certos sectores cinéfilos minoritários).

Escapemos, então, a esta prodigiosa saga.

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Finch (2021)

 

 

Tom Hanks sozinho, a sobreviver num mundo apocalíptico.

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Duna (2021)

 

 

Título original – Dune

 

“Dune” um clássico da Literatura e da Sci-Fi.

Escrito por Frank Herbert em 1965, rapidamente se tornou um must nos fãs do género e influenciou muita gente.

A adaptação cinematográfica era muito desejada e surgiu em 1984, realizada por David Lynch (que rapidamente mostrou que sci-fi, blockbusters e grandes produções não são a “zona de conforto” do autor de “Wild at Heart”), com produção de Dino De Laurentiis e um faustoso elenco. Mas o filme caiu mal a muita gente e foi um flop (ainda que ganhasse um estimável culto ao longo do tempo).

Pedia-se uma nova versão cinematográfica.

Denis Villeneuve (vindo do aclamado “Blade Runner 2049”) arrisca.

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Children of Dune (2003)

 

 

Perante o sucesso (e elogios) a “Dune” (2000, a mini-série televisiva), o SyFy Channel decidiu continuar a saga.

E eis a Part 2.

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Dune (2000)

 

 

“Dune”, de Frank Herbert, é um must no mundo da Literatura e da Sci-Fi.

Há muito que se ambicionava a (devida) adaptação ao audiovisual.

A versão cinematográfica de 1984 (de David Lynch, com produção de Dino De Laurentiis) deixou muita gente triste.

O SyFy Channel apostou forte numa adaptação fiel ao livro e com a espectacularidade possível.

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Duna (1984)

 

 

Título original – Dune

 

É uma obra literária de Frank Herbert que ganhou fãs, estatuto e foi muito influente.

O Cinema muito a procurou para fazer a devida adaptação.

David Lynch vinha de “The Elephant Man”, Dino De Laurentiis era um prestigiado produtor sempre com gosto pelo espectáculo, há bons meios e um grandioso elenco.

Mas…

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