O Apelo Selvagem (2020)

 

Título original – The Call of the Wild

 

Jack London é um dos maiores escritores de sempre.

Os seus contos sobre Natureza (paisagística, vegetal e animal) & Homem (com personagens destrutivos e construtivos face a Ela) continuam a conquistar leitores e a sua temática continua actual.

É um favorito do Cinema, que de longe a longe lhe bate à porta para umas novas adaptações.

Cá vem uma.

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Os Anjos de Charlie (2019)

 

Título original – Charlie’s Angels

 

São uns anjinhos muito lindos e protectores.

Já andaram pela Televisão (numa série bem popular – actualmente a ser exibida na RTP Memória), já tiveram adaptação cinematográfica (que deu direito a sequela).

Eis o reboot.

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O Homem Invisível (2020)

 

Título original – The Invisible Man

 

“The Invisible Man” é um clássico absoluto da Literatura.

A criação do grande H.G. Wells assustou na época e continua o seu legado terrorífico.

O Cinema e a Televisão já o tornaram visível. É um classic total a (fabulosa) versão de James Whale, com Claude Rains, em 1933.

Eis uma nova versão, com um twist narrativo muito inteligente e pertinente.

Leigh Whannell (“Saw”, “Insidious”) assina.

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Stuart Gordon (1947-2020) – RIP

 

Stuart Gordon (1947-2020) – RIP

 

Mais um Long Goodbye em Cinema.

Agora a um dos grandes mestres do Gore Terror – Stuart Gordon.

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‘Bora Lá (2020)

 

Título original – Onward

 

É a pérola da Pixar para este início de ano.

(ainda há que contar com “Soul”, que chega lá para o Verão)

Uma viagem ao quotidiano de criaturas mágicas.

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O Tempo Contigo (2019)

 

Título original – Tenki no ko (Child of Weather)

Título internacional – Weathering With You

 

Do Japão surgem sempre belas Animes. E não só dos estúdios Ghibli.

Eis uma muito elogiada, vinda dos CoMix Wave Films, com distribuição da Toho.

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Mulherzinhas (2019)

 

Título original – Little Women

 

“Little Women” é um belo romance de Louisa May Alcott.

Clássico da Literatura, é também um velho favorito do Cinema.

 

Já teve adaptações em 1933 (de George Cukor, com Katharine Hepburn, Joan Bennett e Paul Lukas), em 1949 (de Mervyn LeRoy, com June Allyson, Elizabeth Taylor, Janet Leigh, Peter Lawford, Margaret O’Brien, Rossano Brazzi e Mary Astor) e em 1994 (de Gillian Armstrong, com Winona Ryder, Trini Alvarado, Samantha Mathis, Kirsten Dunst, Claire Danes, Gabriel Byrne, Christian Bale, Eric Stoltz, John Neville e Susan Sarandon). Todas óptimas e até premiadas (as mais antigas até receberam Oscars).

 

Eis uma nova (e pertinente) versão.

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