Nikita (1990) – 30 Anos

 

Uma delinquente é transformada em assassina de elite ao serviço do governo francês.

 

Luc Besson entra pelo Polar com laivos de action thriller à americana, com a variante de se centrar numa mulher (o género praticamente só vivia do protagonismo masculino).

Estilizado, romântico, cativante, brutal, humano, com um par de violentas e estonteantes set pieces (a execução e fuga no restaurante é um incrível morceau de bravoure), o filme não deixa de evidenciar a ânsia de liberdade (devido à falta dela) do indivíduo face ao um sistema criador e controlador.

 

Anne Parillaud tem aqui a interpretação da sua vida – sexy, selvagem, aguerrida, sentimental.

 

Besson voltaria ao género (“Anna”).

“Nikita” teria remake (“The Assassin”, com Bridget Fonda – praticamente igual, com um pouco mais de estardalhaço, sendo apenas falado em Inglês) e versão televisiva (“La Femme Nikita”, com a arrasadora Peta Wilson – muito bem conseguida, dinâmica e densa; nova versão com Maggie Q – com variantes interessantes).

Em Hollywood este sub-género teria exploração (“The Long Kiss Goodnight”, “Atomic Blonde”, “Ava”).

 

Um clássico de Besson e do Polar.

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Ava (2020)

 

Jessica Chartain, uma das beldades talentosas do cinema actual, entra pelo actioner.

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Species (1995) – 25 Anos

 

Uma alienígena foge de um centro de pesquisa e procura um macho para acasalar e alargar a sua espécie.

 

Versão feminina e sexy de “Alien” (o designer da criatura é o mesmo – o lendário H.R. Giger), que se vê como um puro actioner e como uma fantasia sexual sci-fi.

 

Originaria duas sequelas.

 

O filme que pôs Natasha Henstridge no mapa (e no sonho de muito homem).

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Mulan (2020)

 

Mulan é uma mulher que ousou desafiar as regras do Império, ingressar no Exército (só permitido a homens) e salvar a nação.

A Disney fez uma excelente animação sobre tal, em 1998.

O cinema chinês fez uma versão em imagem real em 2009 (muito boa, diga-se).

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Diana Rigg – (1938–2020) – RIP

 

Mais um Long Goodbye em Cinema (e não só).

Agora à ilustre Diana Rigg – famosa por ser a cativante Mrs. Peel da emblemática série “The Avengers”, mas também (ou principalmente) por ter sido a única Bond Girl a levar James Bond ao casamento.

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Trailer – Dune

 

“Dune” é uma das obras maiores da Literatura de Sci-Fi. Criação complexa e fascinante de Frank Herbert, captou o interesse de muitos nerds de várias gerações.

Claro que o audio-visual sempre o procurou. Em 1984, David Lynch fez uma versão (muito complicada na produção e que muito dividiu fãs, público e crítica).

A Televisão foi mais detalhada e fiel, em duas mini-séries que conquistaram uns happy few – “Dune” e “Children of Dune” (2000 e 2003).

Mas há muito que se procurava uma nova versão cinematográfica.

Cá vem ela.

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The A-Team (2010) – 10 Anos

 

Um comando de elite procura provar a sua inocência.

 

A popular (e referencial) série dos 80s recebe uma adaptação cinematográfica a preceito – acção e humor, personagens carismáticos, muita pirotecnia e destruição, acção delirante, set pieces que desafiam as leis da Física.

O quarteto protagonista está em perfeita sintonia e está (quase) ao nível do quarteto antecessor.

 

Diversão total para fãs do actioner, da série e para quem ainda tem espírito de criança.

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Batman Forever (1995) – 25 Anos

 

Batman enfrenta o temível Two-Face e o ardiloso The Riddler.

Felizmente que conta com a ajuda de um partner – Robin.

 

Tim Burton sai de cena (tinha assinado “Batman” e “Batman Returns”, mostrando um profundo negrume sobre o personagem) e entra Joel Schumacher.

A mudança é de tom – mais light, mais actioner, mais funny, mais campy, mais em sintonia com a bd clássica, mais infantil, mais apta para família.

 

E o resultado é muito entretido e divertido.

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Tenet (2020)

 

Ia ser o último blockbuster do Verão 2020. Devido ao coronavirus, muitos dos blockbusters 2020 passaram para 2021.

Assim sendo, este é o único Blockbuster do Verão 2020.

E é o filme mais esperado do ano.

Não é caso para menos – Senhoras & Senhores, eis o novo desafio visual e mental de Christopher Nolan.

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Bad Boys (1995) – 25 Anos

 

Dois policias de Miami, best buddies e best friends, investigam um roubo de droga, dentro da sua esquadra.

 

Retomar do buddy-buddy movie à 80s, com algo de blaxploitation, com muito do humor afro-americano em voga, passado pelo filtro da dupla Jerry Bruckheimer & Don Simpson (muita acção, muitos neons, muita estética pub e de music video).

Michael Bay chega ao Cinema e já mostra a sua marca – imagens estilizadas, gente bonita, montagem mega-rápida, acção estonteante.

Will Smith e Martin Lawrence em perfeita sintonia.

 

No género, o melhor desde “Lethal Weapon” e “Beverly Hills Cop”.

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