Desvio (1945)

Detour - Poster 3

 

Título original – Detour

 

Uma pérola de culto do Film Noir assinado por um pequeno Mestre do género, com um orçamento verdadeiramente low-cost, com incríveis efeitos minimalistas.

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Mank (2020)

 

“Citizen Kane” (1941) é um dos maiores filmes de sempre.

Já foi eleito o “Maior Filme de Sempre” (actualmente é “Vertigo”, de Alfred Hitchcock).

Orson Welles estreava-se em Cinema e logo pela porta grande, dando provas de génio como realizador.

Parte da qualidade (elevadíssima) do filme deve-se à genialidade do argumentista Herman J. “Mank” Mankiewicz.

Eis um filme sobre Mank e todo esse processo.

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RKO 281 (1999)

 

“Citizen Kane” (1941) é um must em Cinema.

Mas a sua produção foi muito conturbada. De tal maneira, que os eventos até davam para um filme.

Pois bem, eis um sobre tal.

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Crónicas de Natal: Parte Dois (2020)

 

Título original – The Christmas Chronicles: Part Two

 

“The Christmas Chronicles” (2018, já visto) foi uma simpática surpresa no mercado streaming desse ano.

Visão cool do Pai Natal, permitiu a Kurt Russell mais uma grande criação.

Eis a continuação.

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Enola Holmes (2020)

 

Sherlock Holmes é uma grande criação de Sir Arthur Conan Doyle.

Não só é o rei dos detectives (e mesmo o pai), é também um dos maiores personagens de sempre.

O audiovisual tem nele um velho favorito (a série televisiva com Jeremy Brett ainda é A adaptação suprema), sendo alvo de modernizações (a fabulosa série com Benedict Cumberbatch) e até “infantilizações” (a simpática versão sobre a sua juventude, que Steven Spielberg produziu nos 80s).

Eis uma variante. Muito interessante, diga-se.

E se Sherlock Homes tivesse uma… irmã?

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Mulher-Maravilha 1984 (2020)

 

Título original – Wonder Woman 1984

 

A Wonder Woman é uma das grandes heroínas dos comics.

Popular na bd, ganhou também imortalidade na Televisão (com a inesquecível Lynda Carter).

Em plena euforia do Cinema pelos comics de super-heróis, ela tinha de aparecer.

Foi em 2017 e logo naquele que era o melhor superhero movie da DC até então (pois até lá muita mediocridade tinha sido feita). Gal Gadot (ela já uma verdadeira wonder woman) revelou-se a escolha perfeita.

O filme  foi um enorme sucesso e sem surpresa eis a aguardada sequela.

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007 – Licença para Matar (1989)

 

Título original – Licence to Kill

 

Timothy Dalton despede-se como James Bond.

E logo naquele que é (ainda) o mais violento episódio da saga.

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007 – Risco Imediato (1987)

 

Título original – The Living Daylights

 

25 Anos de James Bond.

A fase Roger Moore tinha terminado dois anos antes – 7 filmes, 12 anos (1973-1985).

Este filme “comemorativo” leva a saga para novos (e necessários) rumos e mostra uma nova forma de se ver o personagem.

O filme marca também a entrada de um novo e renovador James Bond – Timothy Dalton.

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Sean Connery: In His Own Words (2015)

 

Sean Connery deixou-nos recentemente.

Eis um simpático documentário sobre a sua carreira.

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Nunca Mais Digas Nunca (1983)

 

Título original – Never Say Never Again

 

O ano de 1983 foi o ano em que se deu a denominada “Battle of Bonds”.

No mesmo ano, com diferença de meses, as salas exibiram dois filmes com James Bond.

Não eram reposições. Eram dois filmes novos. E com dois actores diferentes.

Confuso?

A saga oficial trazia “Octopussy” (com Roger Moore, no sexto de 7 filmes; estreou primeiro, em pleno Verão). “Never Say Never Again” (estreado em pleno Outono) devolvia Sean Connery (que iniciou a saga em 1962, tendo-a abandonado em 1971, ao fim de 6 filmes).

Este filme não pertence à saga oficial, é um título “bastardo”, pois é fruto de uma confusão de criação, direitos e birras que dariam para um filme.

É o remake de “Thunderball” (1965, com… Sean Connery – que um dia disse a propósito de voltar a interpretar 007… “never again”).

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