Trailer – Thor: Ragnarök

Thor - Ragnarok - Poster 1

 

Thor é outro dos relevantes heróis da Marvel.

Ganhou a sua saga cinematográfica autónoma.

E, tal como aconteceu com os restantes companheiros, também vai terminar a sua trilogia.

Eis o capítulo final.

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Star Trek: Além do Universo (2016)

Star Trek - Beyond - Poster 2
Título original – Star Trek: Beyond

 

“Star Trek” é uma feliz criação de Gene Roddenberry.

Ganhou estatuto de culto e clássico com a série televisiva dos 60s.

Mas desde então já vieram muitas variações.

(em breve chega uma nova versão)

O Cinema também lhe bateu à porta.

Há uns anos fez-se um (brilhante) reboot, procurando contar-se os early days da tripulação original.

Eis a terceira aventura.

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Trailer – Pete´s Dragon

Pete´s Dragon - 2016 - Poster 1
“Pete’s Dragon” surgiu em 1977 e tornou-se um dos títulos bem acarinhados da Disney.

Combinação de imagem real com animação clássica (técnica que atingiria a perfeição em 1988, com “Who Framed Roger Rabbit?”, de Robert Zemeckis), o filme contava a história de uma amizade entre uma criança órfã e um divertido dragão.

O estado de perfeição a que chegaram os efeitos visuais digitais hoje em dia são uma boa razão para se refazer “Pete’s Dragon”.

Aí vem ele.

Novamente com o carimbo Disney.

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Trailer – Star Trek: Beyond

Star Trek - Beyond - Promo Poster 2
“Star Trek” é a mais mítica criação de Gene Roddenberry.

Surgida nos 60s, rapidamente se tornou um forte fenómeno de culto.

A série originou vários spin-offs (igualmente populares) e filmes.

A saga cinematográfica recebeu um reboot há uns anos, à volta da tripulação original.

Eis a terceira aventura.

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Judge Dredd vs Dredd

Judge Dredd Sly & Karl

Há dias, este personagem foi alvo de mais uma das minhas habituais double sessions. E ainda bem, pois permitiu-me corrigir (para melhor) uma opinião que tinha sobre um dos títulos e fazer uma mais correcta comparação entre os dois filmes.

Judge Dredd é o mais violento e implacável herói de bd (sim, bem mais que The Punisher, Wolverine ou Batman). Surgiu em 1977 na revista “2000 AD”, foi criado por John Wagner e Carlos Ezquerra e para além de ser uma bd de grande poder de espectáculo e entretenimento (para adultos), é também uma fascinante parábola sobre a violência na sociedade moderna, os perigos das grandes metrópoles e uma reflexão sobre diversas questões da Lei & Ordem.

O cinema há muito que o perseguia. Os títulos surgiram, cada um com os seus percalços, mas plenos de virtudes.

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Star Trek – Into Darkness – Além da Escuridão (2013)

Star Trek - Into Darkness - Poster 4

“Star Trek” é um dos grandes fenómenos de pop culture do Século XX e Além.

Criada por Gene Roddenberry, começou na televisão em 1966 e durou até 1969. Depois surgiram “The Next Generation” (1987-1994), “Deep Space Nine (1993-1999), “Voyager” (1995-2001) e “Entrerprise” (2001-2005).

O Cinema não pode ficar imune e começou a saga para o grande ecran em 1979 com “Star Trek- The Motion Picture” (realizado pelo veterano Robert Wise), com a tripulação da série original. Seguiram-se cinco sequelas, sempre a tripulação original – “The Wrath of Khan” (1982), “The Search for Spock” (1984, realizado por Leonard “Spock” Nimoy), “The Voyage Home” (1986, também de Nimoy), “The Final Frontier” (1989, realizado por William “Kirk” Shatner) e “The Undiscovered Country” (1991). Seguiram-se mais quatro filmes, mas com a tripulação da “The Next Generation” – “Generations” (1994, onde se cruzavam as duas tripulações), “First Contact” (1996), “Insurrection” (1998) e “Nemesis” (2002).

O flop deste último e um certo cansaço que o público já começava a ter pelo elenco, que já acusava o peso da idade (e, portanto, pouco apelativo às novas gerações), obrigaram o estúdio (a Paramount) a pensar num reboot.

J.J. Abrams (figura popular da televisão, que criou séries marcantes como “Alias”, “Lost” e “Fringe”) foi o convocado para tal função. O facto de Abrams não ser um fã de “Star Trek” deu-lhe motivação e margem de manobra para tal revitalização. Abrams inspirou-se no modelo de “Star Wars” e em 2009 surge “Star Trek”.

Ao focar as origens da tripulação original (Kirk, Spock, McCoy, Uhura, Sulu, Scotty e Chekov), Abrams manteve-se fiel às raízes e normas do conceito de Roddenberry, mas soube combinar a componente humana (e humanista) e científica do original com o dinamismo, humor, acção e espectáculo que as audiências de hoje exigem. A saga regressava em grande, cheia de energia e vitalidade. A ajudar (muito) estava um jovem, competente, empenhado e carismático elenco.

O sucesso foi grande e sem surpresa aqui está a sequela.

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