The Sound of 007 (2022)

 

 

A saga “James Bond” é, muito provavelmente, a mais popular do Cinema, sendo também a mais longa (25 filmes, 6 actores, 60 anos de vida).

A par dos filmes, a música também tem relevo em cada filme, com as canções a serem evento dentro do meio.

Eis um documentário sobre tal.

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Agente Secreto 007 (1962)

 

 

Título original – Dr. No

 

James Bond é uma feliz criação de Ian Fleming, que se inspirou nalgumas das suas peripécias na Royal Navy durante a Segunda Guerra Mundial (ele até teve algumas no nosso Casino do Estoril, que lhe serviram para inspiração para o primeiro romance protagonizado por Bond – “Casino Royale”).

James Bond é um espião, duro, machista, assassino, cínico, não deixando de ser um apreciador do bom da vida, um verdadeiro connaisseur de diversas áreas (bebidas, comidas, arte, lugares), um jogador sempre cheio de sorte (quase sempre no chemin de fer) e um grande conquistador de mulheres, sendo assim toda uma fantasia masculina (muito derivada de muitas fantasias do próprio Fleming).

Os livros eram populares e mais ainda ficaram por recomendação de JFK, grande fã dos livros.

O Cinema interessou-se e nasceu a mais popular franchise da 7ª Arte.

Eis o titulo que tudo começou.

Foi há 60 anos.

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007: Sem Tempo Para Morrer (2020)

 

Título original – No Time to Die

 

E cá está ele, finalmente (após mais de um ano de espera).

O regresso de James Bond.

Na sua 25ª aventura.

E a última com Daniel Craig.

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Aston Martin DB5

O icónico carro de James Bond não existe só em filme (“Goldfinger”).
Agora é uma realidade.
(mas com um custo)

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Licence to Kill (1989) – 30 Anos

 

Licence to Kill - Poster 1

 

James Bond parte sozinho numa missão de vingança. E tudo vale.

 

Menos spy thriller e mais revenge actioner, o filme abandona algum do glamour e do charme sofisticado que marcava a saga para entrar por um mundo violento que ainda não se tinha visto na saga. 007 está pouco interessado em seduzir meninas, ver a paisagem ou provar bons petiscos e beber algo vintage. Este 007 é ainda mais violento, brutal e mortífero que o inimigo.

 

É a saga a retomar o melhor da essência de James Bond segundo os pergaminhos de Ian Fleming, procurando manter alguns dos arquétipos cinematográficos que já tinha criado.

Argumento e tom mais sério que o habitual (com muita plausibilidade nos ambientes e personagens).

007 a mostrar o que é (e sempre foi) – um assassino ao serviço do Bem.

 

Uma cena de pura e estonteante acção para a História (da saga e do Cinema) – a perseguição dos camiões. Ainda nada igualou tal.

E ainda tem a mais agonizante morte que 007 deu a um vilão.

 

Timothy Dalton perfeito, a confirmar a excelente escolha que foi como um novo James Bond, menos viril que Sean Connery, menos descontraído que Roger Moore, mas a trazer um dark side necessário e a recriar o personagem tal como o seu criador o definiu.

Robert Davi a compor o melhor vilão da saga.

 

Muito rejeitado na época, começa (finalmente) a ter o reconhecimento que merece.

Um dos melhores da saga, que merece estatuto de clássico.

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James Bond – Celebrações em 2017

 

Muito se celebra este ano, dentro do universo 007.

 

https://www.empireonline.com/movies/features/james-bond-007-film-anniversaries-2017/

 

The Living Daylights (1987) – 30 Anos

 

The Living Daylights - Poster 2

 

James Bond investiga a ligação entre a deserção de alto oficial da KGB, o assassinato de vários agentes do MI6 e o tráfico de armas no Afeganistão.

 

Finda a fase light e divertida de Roger Moore, a saga faz um back to the basics e procura uma maior fidelidade aos romances de Ian Fleming.

Intriga que retoma o tom dos spy thrillers da cold war (parte da acção passa-se na Europa de Leste e contra soviéticos), sabendo estar atenta à modernidade (o conflito no Afeganistão e os jogos dúbios dos USA).

A nostalgia da saga traz de volta o Aston Martin (agora o Volante), bem artilhado de gadgets.

 

Timothy Dalton estreia-se como 007, coloca um negrume, seriedade, dramatismo, sensibilidade e virilidade ainda não vistos na saga, em plena sintonia com definição que Fleming lhe deu.

 

Um correcto comeback de James Bond às suas origens.

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The Spy Who Loved Me (1977) – 40 Anos

The Spy Who Loved Me - Poster 2

 

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You Only Live Twice (1967) – 50 Anos

You Only Live Twice - Poster 4

 

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007: SPECTRE (2015)

SPECTRE - Poster 5

James Bond está de volta.

E esta é uma das suas missões mais pessoais e tenebrosas.

 

Está de volta a famosa organização terrorista, a SPECTRE, com a qual 007 já tem longo curriculum.

Sam Mendes está de volta à realização.

Há vilão de luxo – Christoph Waltz.

Há uma bellissima Bond-Girl – Monica Bellucci.

E este pode ser o adeus a Daniel Craig.

(apesar do actor ainda ter mais um filme no contrato)

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