Christopher Plummer (1929–2021) – RIP

 

Mais um Long Goodbye em Cinema.

Agora ao grande Christopher Plummer, o eterno líder da família Von Trapp.

 

Arthur Christopher Orme Plummer nasce em Toronto, em Dezembro de 1929.

 

Muitos dos serões em família são em leitura, o que desperta em Plummer o gosto pela Literatura.

Os Barrymore eram parentes. Talvez por isso, Plummer segue a via da representação.

 

Estuda na Royal Shakespeare Company e começa a triunfar em palco, cativando a atenção de público, críticos e produtores.

 

Em 1958 começa a trabalhar em Cinema, e pela mão de Sidney Lumet, em “Stage Struck”.

A carreira não pára e Plummer vê o seu nome em muitos e bons títulos, rodeado de bons actores e realizadores, ora compondo personagens simpáticos e cavalheirescos, como até maléficos e sinistros – “Inside Daisy Clover” (1965, de Robert Mulligan, com Natalie Wood), “Night of the Generals” (1967, de Anatole Litvak, com Peter O`Toole, Omar Sharif, Tom Courtenay e Donald Pleasence), “Battle of Britain” (1969, com um vasto elenco), “The Man Who Would Be King” (1975, de John Huston, com Michael Caine e Sean Connery), “Starcrash” (1978), “The Silent Partner” (1978, com Susannah York), “Murder by Decree” (1979, ao lado de James Mason), “Hanover Street” (1979, de Peter Hyams, com Harrison Ford e Lesley-Anne Down), “Eyewitness” (1981, de Peter Yates, com William Hurt e Sigourney Weaver), “Dragnet” (1987, com Tom Hanks e Dan Aykroyd), “The Insider” (1999, de Michael Mann, com Al Pacino e Russell Crowe), “A Beautiful Mind” (2001, com Russell Crowe e Jennifer Connelly), “National Treasure” (2004, com Nicolas Cage), “Alexander” (2004, de Oliver Stone), “The New World” (2005, de Terrence Malick), “Inside Man” (2006, de Spike Lee, com Denzel Washington, Clive Owen e Jodie Foster), “The Lake House” (2006, com Keanu Reeves e Sandra Bullock), “The Imaginarium of Doctor Parnassus” (2009, de Terry Gilliam), “The Last Station” (2009, trá-lo de volta em forma e a prémios e nomeações), “The Girl with the Dragon Tattoo” (2011, de David Fincher).

Em 1965 tem o seu maior sucesso  – “The Sound of Music”, um filme que percorre gerações, sempre com agrado do público.

A sua carreira também o move na Televisão – “Jesus of Nazareth” (1977, de Franco Zeffirelli), “The Scarlet and the Black” (1983, ao lado de James Mason e John Gielgud), “The Thorn Birds” (1983).

 

A última vez que o vimos foi muito bem acompanhado (com um elenco de luxo) em “Knives Out” (2019).

Em 1968 foi eleito como Companion of the Order of Canada.

A sua filha Amanda Plummer também seguiu a via da representação.

Esteve nomeado várias vezes para os Tony, Emmy, Globos de Ouro e Oscars. Venceu em todas as categorias.

Era frequente vê-lo a interpretar personagens eruditos e aristocráticos.

Chegou a estudar piano e encarou tal como carreira.

Recusou ser Gandalf na trilogia “The Lord of the Rings”. Lamentaria tal decisão.

Chegou a conhecer a verdadeira Maria Von Trapp.

Foi o actor mais velho a receber um Oscar e a ter uma nomeação.

“La Grande Ilusion” (1937) era o filme que mais o comoveu.

 

Christopher Plummer era um actor versátil, imenso, intenso, capaz de tudo.

Tem uma longa carreira em diversas áreas, onde deixa marca e boa memória, através de notáveis interpretações e personagens.

E assim se assegura um bom lugar na Cinema History.

 

So Long, Christopher.

 

Evocações

 

 

Trailers de alguns dos seus filmes

 

Inside Daisy Glover

 

Night of the Generals

 

The Man Who Would Be King

 

Starcrash

 

The Silent Partner

 

Murder by Decree

 

The Last Station

 

The Girl with the Dragon Tattoo

 

Knives Out

 

The Sound of Music

 

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