La Tortue Rouge (2016)

La Tortue Rouge - Poster 2

 

Animação francesa, que vem com o apoio dos Estúdios Ghibli.

 

Um homem vai dar a uma ilha deserta.

Por muito que tente ir embora, é sempre travado por uma misteriosa tartaruga vermelha.

Porquê?

La Tortue Rouge - screenshot 1

La Tortue Rouge - screenshot 2

Belíssimo poema visual (o filme é mudo) sobre a solidão e sobrevivência, onde se junta o seu quê de fantasia romântica (o “segredo” da tartaruga) e uma certa essência de família.

La Tortue Rouge - screenshot 3

Momentos de desespero (quando o homem cai no poço), de comoção (a despedida e recepção dos caranguejos; o encontro com a tartaruga) e de beleza sentimental (o passeio pelo areal e o momento final; a dança ao pôr-do-sol).

La Tortue Rouge - screenshot 4

Magnífico trabalho de animação, num perfeito uso de cores e criação de ambientes.

Notável mesmo é a capacidade de se criar e transmitir emoção “apenas” através de imagens.

 

Lindíssimo final, que pode suscitar diversas interpretações.

La Tortue Rouge - screenshot 5

Um grande momento de animação.

 

Obrigatório.

 

“La Tortue Rouge” é inédito em Portugal. Lamenta-se, perante tanta mediocridade que tem chegado às salas.

La Tortue Rouge - screenshot 6

La Tortue Rouge - screenshot 8

Realizador: Michael Dudok de Wit

Argumentistas: Michael Dudok de Wit, Pascale Ferran

 

Site – http://latortuerouge-lefilm.com

 

La Tortue Rouge - screenshot 9

Esteve nomeado para “Melhor Filme de Animação” nos Oscars 2017. Perdeu para “Zootopia”.

“Melhor Filme de Animação – Independente”, nos Annie 2017.

“Melhor Filme”, “Prémio do Público”, “Menção Especial”, no Festival de Atenas 2016.

“Un Certain Regard – Prémio Especial doo Júri”, em Cannes 2016.

“Melhor Música para um Filme de Animação nos IFMCA 2016.

“Prémio FIPRESCI”, no Festival de Ljubljana 2016.

“Melhor Filme Estrangeiro em Co-Produção”, “Melhor Som”, nos Prémios Magritte 2017.

“Melhor Filme de Animação”, pelos Críticos de San Francisco 2016.

La Tortue Rouge - Poster 1

É o primeiro filme não-japonês produzido pelos Ghibli.

 

Foi Hayao Miyazaki (líder criativo dos Ghibli) que mostrou interesse em Michael Dudok de Wit.

Os Ghibli contactaram Wit no sentido de distribuírem no Japão uma curta do realizador e propuseram fazer um filme em conjunto. Wit disse Sim à primeira pergunta e mal acreditou na segunda.

Isao Takahata (um dos fundadores do estúdio) é um dos supervisores artísticos do filme.

Seis animadores da Ghibli trabalharam no filme.

 

O filme faz recurso a técnicas de animação clássicas e modernas.

 

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