007: Skyfall (2012)

Skyfall - Poster 1

James Bond celebrava 50 anos.

 

Com este novo filme, a saga tentava fazer uma abordagem mais íntima à vida de 007 e à sua relação com o MI6 e com M.

A grande novidade era a realização de Sam Mendes, prestigiado encenador e realizador.

O filme marcava a estreia de dois personagens emblemáticos da saga – Miss Moneypenny e Q.

 

Uma missão de rotina em Istambul dá para o torto. Em consequência, 007 é “morto”. Tudo porque alguém divulgou (via internet, pois – sinais de modernidade) uma lista com os operacionais do MI6 infiltrados pelo mundo, em organizações terroristas. As instalações do MI6 são atacadas e a própria M é ameaçada. Bond deve “ressuscitar” e assegurar a segurança da nação. E enfrentar um dos mais tenebrosos vilões que já conheceu. Um vilão que tem uma misteriosa relação com… M. Tal missão vai confrontá-lo com o seu passado, as suas capacidades, a sua devoção à Inglaterra e sua lealdade a M, obrigando-o a descobrir o seu lugar num novo mundo (novas ameaças, armas, tácticas e operacionais).

Skyfall - Poster 15

50 anos de aventuras de 007.

A celebração não podia ser mais luxuosa.

Grandes meios (orçamento de 200 milhões de Dólares), bom elenco, um realizador reputado e oscarizado (algo novo na saga – Mendes é autor de “American Beauty”), respeitável dupla de argumentistas (Peter “The Queen” Morgan” e John “Hugo” Logan), um prestigiado compositor (Thomas Newman acompanha sempre Mendes – “Road to Perdition”), um brilhante director de fotografia (Roger Deakins, habitual colaborador de Mendes – “Revolutionary Road” – e dos Coen – “True Grit”), um veterano e capaz editor (Stuart Baird tratou disso em “Superman” e “Lethal Weapon”; está de regresso à saga 007, depois do excelente trabalho em “Casino Royale”), canção pela voz de uma importante cançonetista da actualidade (Adele, com um tema que lembra os bons tempos da saga com a voz de Shirley Bassey), o melhor da indústria automóvel britânica (Range Rover Vogue, Jaguar XJL e, como é óbvio, o mítico Aston Martin DB5 – velho companheiro de James Bond em vários filmes). A embrulhar tudo esteve a aclamação unânime da crítica perante o filme.

Muitas e boas prendas de aniversário. Para Bond e para os fãs.

 

Skyfall - Poster 6

 

Licença para Celebrar

 

Aniversário de James Bond perante o Cinema.

Bons meios de produção e gente ilustre (atrás e à frente das câmaras).

E o resultado?

 

Um agradável Bond Film, que celebra o passado (a encenação clássica, o regresso do Aston Martin DB5 – sim, o de “Goldfinger” -, os métodos old school de Bond são decisivos na confrontação final entre ele e os seus inimigos, a revistação das origens de Bond – onde reside o significado do título), encara o presente (Bond e o MI6 movem-se num novo mundo, onde muita coisa mudou, incluindo a nacionalidade e rosto do inimigo, bem como a forma como se combate) e prepara o futuro (Bond termina inserido numa equipa renovada, digna do Século XXI, mostrando que o Mal não se combate só a murro e à bala, mas também com know-how tecnológico).

 

Daniel Craig muito cool, a confirmar o quanto se sente bem na pele de Bond, em permanente evolução, mostrando-o brutal e mortífero, mas também humano, frágil e falível.

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Só não temos um Bond Vintage (o tempo dirá se “Skyfall” é ou não um dos títulos mais relevantes da saga) devido a uns desequilíbrios do argumento.

Se na primeira metade assistimos a uma normal narrativa-Bond (ainda que bem contada e filmada), a chegada do vilão empurra o filme para uma maior densidade emocional.

Ainda que Javier Bardem tenha um trabalho de muito bom nível (e cria o momento mais homo-erótico da saga – o seu “apalpão” a Bond), o seu personagem carece da devida profundidade para aceitarmos e compreendermos as suas motivações e acções (nunca fica esclarecida a quezília entre vilão e M).

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Skyfall - screenshot 5

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As meninas, ainda que esbeltas e com bons diálogos, não estão ao nível das melhores Bond-Girls (embora Miss Moneypenny tenha potencial, se devidamente aproveitada). Naomie Harris é bem espirituosa e simpática. Bérénice Marlohe é de uma beleza enigmática (entre a oriental e a europeia), está muito bem filmada (atenção à forma como é mostrada à distância, na cena do atentado; a sua presença no clube de Macau), mas a sua personagem é apenas decorativa.

A “morte” de Bond deveria servir para o personagem repensar a sua vida e a sua “ressureição” deveria ser mais trabalhada à volta das motivações do agente. Mas tudo é apressado, mostrando que 007 queria apenas umas descontraídas férias.

E depois há a (pretendida) relação entre Bond e M. Deixa-se (quase tudo) para o final e pouco é dito, tratado e resolvido entre ambos. O subentendido por vezes resulta e é giro, mas aqui não.

O título do filme remete para um mistério ligado a Bond e ao seu passado. Mas tal limita-se a umas vagas e ocas referências, com um local importante da sua vida a servir apenas de shoot-out location.

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Ou seja, “Skyfall” tem óptimas intenções, vai até elas, constrói os alicerces, mas depois esquece as paredes.

Pena. Havia aqui tudo para se igualar (ou superar) “Casino Royale”.

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Sam Mendes surpreende com os seus dotes para este tipo de cinema, nunca esquecendo a elegância, o classicismo e os actores. Se, por um lado, mostra destreza para a acção mais espectacular (a sequência de abertura, em Istambul, ficará na história da saga), não se inibe de grandes momentos de mise en scéne (a cena, em Xangai, no edifício “transparente”, num hipnótico festival de luzes, cristal e sombras – a trazer à memória a cena dos espelhos no final de “The Lady from Shanghai”, de Orson Welles).

 

Excelente fotografia, do grande Roger Deakins – atenção ao duelo em Xangai, filmado em sombras e neons; note-se a iluminação do clube de Macau.

Thomas Newman assegura um bom score, ao nível do melhor da saga.

A canção de Adele evoca os tempos (gloriosos) de Shirley Bassey (“Goldfinger”, “Diamonds are Forever”, “Moonraker”).

 

Momento de cinefilia Bondiana – a cena com os Dragões de Komodo lembra outros momentos “animal” na saga (Tubarões em “Thunderball”, Crocodilos em “To Live and Let Die”).

 

Apesar dos seus erros (que deveriam ser evitados – tanto pelos nomes envolvidos como pela celebração), “Skyfall” faz-nos esquecer (não seria difícil) esse desaire que foi “Quantum of Solace” (um momento baixo na saga – aquilo mais parecia uma aventura de um tal James Bourne!!!), mas (como é óbvio) não iguala a excelência de “Casino Royale” (o melhor Bond Film de sempre, verdadeiro manual/referência de como fazer um Bond Film/Bond Vintage).

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“Skyfall” mostra que a saga não tem que se envergonhar do seu passado, mas deve acompanhar o presente para continuar no futuro.

 

Parabéns 007. A ordem no reino de Sua Majestade e o entretenimento em Cinema continuam a contar contigo.

Venham os 60 anos.

 

Recomendável.

 

“Skyfall” tem edição portuguesa e anda a preço “festivo”.

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Realizador: Sam Mendes

Argumentistas: Neal Purvis, Robert Wade, John Logan, Peter Morgan, a partir do personagem criado por Ian Fleming

Elenco: Daniel Craig, Judi Dench, Javier Bardem, Ralph Fiennes, Naomie Harris, Bérénice Marlohe, Albert Finney, Ben Whishaw, Rory Kinnear

 

Trailers

 

Site – http://www.skyfall-movie.com/site/

James Bond site – http://www.007.com

Sobre Ian Fleming – http://www.ianfleming.com/

 

Orçamento – 200 milhões de Dólares

Bilheteira – 304 (USA); 1.1 biliões de Dólares (mundial)

 

 

A canção de Adele

 

Videoclip

 

No genérico do filme

 

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“Melhor Canção” (“Skyfall”, por Adele), “Melhores Efeitos Sonoros”, nos Oscars 2013.

“Melhor Canção” (“Skyfall”, por Adele), nos Globos de Ouro 2013, pelos críticos de Denver 2012, pelos críticos de Las Vegas 2012.

“Prémio Alexander Korda para Melhor Filme Britânico”, “Melhor Música”, nos BAFTA 2013. Javier Bardem chegou a estar nomeado para “Melhor Actor Secundário”, mas Christoph Waltz foi preferido por “Django Unchained”. Judi Dench concorreu a “Melhor Actriz Secundária”, mas perdeu para Anne Hathaway em “Les Miserables”. O filme tentou “Melhor Fotografia” e “Melhor Montagem”, mas perdeu para (respectivamente), “Life of Pi” e “Argo”.

“Melhor Música”, nos prémios ASCAP 2013 e Prémios BMI 2013.

“Melhor Filme de Acção”, nos Prémios Saturn 2013.

“Melhor Fotografia”, pela American Society of Cinematographers USA 2013, pelos críticos de Boston 2013, pelos críticos de Ohio 2013, pelos críticos da Florida 2012, pelos críticos de Houston 2012, pelos críticos de Los Angeles 2012, pelos críticos de St. Louis 2012, pelos críticos de Utah 2012.

“Melhor Cenografia”, pelo Art Directors Guild 2013.

“Melhor Actriz Secundária” (Naomie Harris), nos Prémios Black Reel 2013.

“Melhor Filme de Acção”, “Melhor Actor” (Daniel Craig), “Melhor Canção” (“Skyfall”, por Adele), nos Prémios da Broadcast Film Critics Association 2013.

“Melhor Filme”, nos Prémios Crime Thriller 2013.

“Melhor Filme”, “Melhor Realizador”, nos Prémios Empire 2013.

“Blockbuster do Ano”, nos Prémios Evening Standard British Film 2013.

“Melhor Actriz Secundária” (Judi Dench), “Melhor Fotografia”, “Melhor Canção” (“Skyfall”, por Adele), pelos críticos da Georgia 2013.

“Melhor Banda Sonora”, “Melhor Canção” (“Skyfall”, por Adele), nos Prémios Grammy 2014.

“Melhor Filme de Acção”, “Melhor Actor” (Javier Bardem), nos Prémios IGN Summer Movie 2012.

“Melhor Filme Internacional”, nos Prémios Jupiter 2013.

Skyfall - Poster 12

Dias depois da estreia de “Skyfall” em Inglaterra, o MI6 (o departamento a que 007 pertence) lançava um artigo nos jornais “The Times” e “The Sunday Times”, onde explicava a vida (real) do que é ser um secret agent do MI6 e quais as (enormes) diferenças face a James Bond.

 

Daniel Craig queria que “Skyfall” fosse o seu último filme como James Bond.

(assim não acontece – “SPECTRE” já vem a caminho e o actor ainda tem um quinto filme em contrato)

Craig fez muitas das stunts, incluindo a luta no topo de um comboio, que se deslocava a 50 Km/h.

 

O personagem que caiu sobre Albert Finney estava pensado para Sean Connery (o primeiro James Bond, no Cinema). Barbara Broccoli e Michael G. Wilson (os produtores) queriam surpreender o público com o cameo do actor, inserindo tal no aniversário do personagem. Sam Mendes descartou a ideia, pois iria causar distracção no público, para algo que iria além do filme.

Kevin Spacey foi considerado como vilão, mas teve de recusar por conflitos de agenda. Seria o reencontro entre Spacey e Mendes, depois de “American Beauty” (1999, que valeu Oscars a ambos).

Peter Morgan era o primeiro argumentista, mas saiu de cena devido à falência da MGM (estúdio com os direitos sobre 007). Muitas das suas ideias ficaram preservadas por John Logan.

Falou-se que a contratação de Mendes como realizador era para atenuar a componente actioner da saga e dar mais dramatismo. Mendes negou, dizendo que estava a dar tanto empenho nas cenas de acção como na componente dramática.

Falou-se que poderia ser a última prestação de “Dame” Judi Dench na série, bem como o seu último filme. A actriz estava com problemas de saúde que a poderiam obrigar a retirar-se do mundo da representação.

Circulou o rumor que Danny Boyle ia realizar o filme. Mesmo assim, Boyle deu o seu contributo para James Bond – assinou uma cena entre 007 e a Raínha de Inglaterra, para a abertura dos Jogos Olimpicos de Londres 2012.

Eis tal momento/evento

https://www.youtube.com/watch?v=1AS-dCdYZbo

 

Regresso de Alexander Witt como Second Unit Director. Witt teve essa função em “Casino Royale” (2006). Depois do tom atabalhoado de Dan Bradley em “Quantum of Solace”, Witt traz de volta um sentido clássico (mas não menos espectacular) de acção.

Stuard Baird regressa como editor. Baird teve essa função em ““Casino Royale” (2006). Aqui volta a mostrar o seu sentido clássico e eficaz de montagem.

Naomie Harris e Bérénice Marlohe venceram as candidaturas de Freida Pinto, Olivia Wilde, Rachel Weisz (esposa de Craig) e Alice Eve.

Reencontros – Mendes e Dench já trabalharam juntos no teatro (meio de onde ambos são oriundos), Mendes e Craig encontraram-se em “Road To Perdition” (na época, Mendes confessou ter ficado céptico quando soube que Craig tinha sido o escolhido para ser o novo James Bond), Craig e Ben Whishaw contracenaram em “Layer Cake” (o filme que convenceu os produtores na escolha de Craig como 007).

Skyfall - screenshot 6

É o Bond Film com mais nomeações para Oscars (Canção, Música, Som, Efeitos Sonoros, Fotografia).

É o primeiro a ganhar dois Oscars. “Goldfinger” (1964) e “Thunderball” (1965) só tinham ganho um.

É o primeiro da saga, desde “For Your Eyes Only” (1981, nomeado para “Melhor Canção” – cantada por Sheena Easton, numa das melhores canções da saga) a ter nomeações.

É o primeiro a ganhar o Oscar para “Melhor Canção”. “To Live and Let Die” (1971, canção de Paul McCartney, com o mesmo título), “The Spy who Loved me (1977, canção de Carly Simon, com o título “Nobody Does It Better”) e “For Your Eyes Only” (1981, canção de Sheena Easton, com o mesmo título) apenas foram nomeados.

É a primeira vez que a saga vê um filme assinado por um realizador oscarizado. Mendes tem em “From Russia With Love” (1963, o segundo filme de Sean Connery como 007) o seu Bond Film preferido, mas o primeiro que viu foi “To Live and Let Die” (1971, estreia de Roger Moore como 007).

Pela primeira vez, quando James Bond tem a sua clássica aparição pelo gun-barrel, o fato que usa é cinzento em vez de preto.

Segundo filme onde 007 é mostrado com barba, depois de “Die Another Day” (2002).

Pela primeira vez na saga, Bond bebe cerveja.

Pela segunda vez, Bond é ferido a tiro. A anterior foi em “Thunderball” (1965).

É o primeiro filme da saga onde vemos M a usar uma arma.

Pela primeira vez na saga, alguém diz a palavra fucked. É… M (Judi Dench).

Pela primeira vez na saga, o vilão consegue o seu objectivo.

Segundo filme onde Bond chora. O outro foi “On Her Majesty`s Secret Service” (1969 – no final, por motivos óbvios).

É o primeiro filme da fase Daniel Craig onde 007 mata o vilão.

Regresso da saga a cenas de acção em comboios, depois de “From Russia With Love” (1963), “To Live and Let Die” (1973), “The Spy Who Loved Me” (1977), “Octopussy” (1983) e “Goldeneye” (1995). Depois de “Octopussy”, “Skyfall” é o primeiro a ter uma luta no tejadilho de um comboio.

Eis a cena

Séptimo filme da saga onde o vilão reside numa ilha. “Dr. No” (1962; Dr. No vive na ilha de Crab Key), “Thunderball” (1965; Emilio Largo vive em Palmyra Estate, nas Bahamas), “You Only Live Twice” (1967; Ernst Stavro Blofeld vive numa ilha vulcânica, no Japão), “Live and Let Die (1973; Mr. Big / Dr. Kananga vive na Ilha San Monique, nas Caraíbas), “The World is Not Enough” (1999; Elektra King e Renard vivem na Ilha Kizkulesi). O caso mais famoso é o de Scaramanga (interprado por “Sir” Christopher Lee – primo de Ian Fleming, o criador de 007) em “The Man With The Golden Gun” (1974, numa ilha perto da Tailãndia).

Aston Martin DB5 - Skyfall - Photo 1

Nova (a sexta) aparição do mítico Aston Martin DB5. Apareceu em “Goldfinger” (1964, pleno de gadgets), “Thunderball” (1965, com mais alguns truques), “GoldenEye” (1995, para um passeio no Mónaco), “Tomorrow Never Dies” (1997). A última aparição tinha sido em “Casino Royale” (2006, onde tinha sido um ganho de 007 ao jogo). O carro também aparece em vários videogames dedicados a 007 – “007: Agent Under Fire” (2001), ”007 Racing” (2000), “James Bond 007: Blood Stone” (2010) e “James Bond 007: From Russia with Love” (2005, jogo onde Sean Connery deu voz a 007). No jogo a partir de “Skyfall”, com o título “007 Legends” (2012), o DB5 é substituído pelo DBS. A matrícula do DB5 usado em “Skyfall” (o filme) é BMT 216A – a mesma do DB5 de “Goldfinger” e “Thunderball”.

O momento

 

MoS2 Template Master

É o primeiro filme da saga a ser exibido em IMAX (“SPECTRE” também será exbido nesse formato).

Foi o Bond Film de maior sucesso de sempre. Nos USA e no mundo. “Skyfall” torna-se o primeiro Bond Film a atingir 1 Bilião de Dólares nas bilheteiras.

 

Depois de “Die Another Day” (2002, com Halle Berry recentemente oscarizada). “Skyfall” torna-se o segundo filme da saga a contar com actores nomeados e oscarizados (Judi Dench, Javier Bardem, Ralph Fiennes e Albert Finney).

“Skyfall” conta com uma equipa que totaliza 5 Oscars e 41 nomeações. Sam Mendes (Realizador, 1 Oscar), Roger Deakins (Director de Fotografia, 12 nomeações), Peter Morgan (Argumentista, 2 nomeações), John Logan (Argumentista, 3 nomeações), Thomas Newman (Compositor, 12 nomeações), Dennis Gassner (Cenógrafo, 1 Oscar e 3 nomeações), Chris Corbould (Supervisor de Efeitos Especiais, 1 Oscar), Javier Bardem (Actor, 1 Oscar e 2 nomeações), Ralph Fiennes (Actor, 2 nomeações), Albert Finney (Actor, 5 nomeações) e Judi Dench (Actriz, 1 Oscar e 5 nomeações).

 

Cameos

Huw Edwards (apresentador da BBC) – um apresentador da… BBC News.

Wolf Blitzer (apresentador da CNN) – um apresentador da… CNN News.

Nicky Hayden (corredor de motos) – condutor de uma moto, na perseguição inicial.

Gregg Wilson (produtor associado) – dono do bar turco.

Michael G. Wilson (produtor do filme) – muito do seu cameo foi cortado, mas sobrou um momento, o da procissão, onde ele interpreta um dos homens que carrega um caixão (quando M está ao lado de vários caixões, Wilson está ao fundo, na porta).

Skyfall - screenshot 11

A aproveitar o aniversário de James Bond, o filme foi acompanhado pelo lançamento de vários livros:

  • “Bond on Bond”, por “Sir” Roger Moore (interpretou 007 em 7 filmes)
  • “The James Bond Archives”, por Paul Duncan
  • “Bond On Set: Filming Skyfall”, por Greg Williams
  • “LIFE: 50 Years of James Bond”, pela LIFE Books
  • “James Bond: 50 Years of Movie Posters”, pela DK Publishing
  • “The Music of James Bond”, por Jon Burlingame
  • “James Bond Unmasked”, por Bill Desowitz
  • “All About Bond”, por Terry O’Neill
  • “Amazing & Extraordinary Facts – James Bond”, por Michael Paterson
  • “The World of James Bond: From “Dr No” to “Skyfall””, por Luke Quantrill
  • “Ken Adam Designs the Movies: James Bond and Beyond”, por Christopher Frayling (prestigiado historiador de Cinema) e “Sir” Ken Adam (o production designer de muitos filmes da saga)
  • “The Many Lives and Deaths of James Bond: From “Casino Royale” to “Skyfall””, por Nader Elhefnawy
  • “James Bond: The Unofficial Reference to the Man, the Books, the Movies, and the Man Who Invented It All”, por Jennifer Warner e LifeCaps
  • “How to Live the James Bond Lifestyle: The Complete Seminar”, por Paul Kyriazi
  • a segunda edição de “James Bond 007: The Definitive Guide”, por Paul Fleming
  • a segunda edição de “James Bond Drinks: The Complete Guide to the Drinks of James Bond”, por David Leigh
  • “Essential James Bond Quotes”, por William Rogers
  • “A Brief Guide to James Bond”, por Nigel Cawthorne.

 

Um dossier sobre James Bond

http://www.empireonline.com/features/bond/

 

James Bond – os livros face aos filmes

http://www.empireonline.com/movies/features/james-bond-page-screen/

 

Um (divertido, inteligente e engenhoso) spot da Heineken, alusivo a “Skyfall”

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