Anita Ekberg – RIP

Anita Ekberg - Photo 1

Os inícios de cada novo ano são sempre fatídicos para o Cinema.

Temos de dizer Adeus a uma grande diva – Anita Ekberg.

 

Nascida em Malmo, na Suécia, em 1931, Anita veio de uma família longa e sempre com óptimas relações.

Aos 20 anos, Anita foi Miss Suécia.

Takl foi suficiente para a Universal Pictures se interessar por ela e estabelecer contrato.

Na década de 50, faz um conjunto de filmes populares, ao lado de algumas das grandes estrelas de Hollywood.

O seu primeiro trabalho é ao lado de Tyrone Power em “The Mississippi Gambler”, em 1953. Segue até Marte com Abbott & Costello em “Abbott and Costello Go to Mars”. Contracena com Rock Hudson em “The Golden Blade”. Aparece na mini-série “Casablanca”. Foge com John Wayne e Lauren Bacall em “Blood Alley”. Deixa Jerry Lewis e Dean Martin completamente excitados por ela em “Artists and Models” e “Hollywood or Bust”. Acompanha Robert Ryan e Rod Steiger em “Back from Eternity”. Fez parte do luxuoso elenco (Audrey Hepburn, Henry Fonda, Mel Ferrer, Vittorio Gassman, Herbert Lom, Oskar Homolka) de “War and Peace”. Anda pela “Interpol”, ao lado de Victor Mature e Trevor Howard. É “Valerie” ao lado de Sterling Hayden. Acompanha Bob Hope e Fernandel numas “Paris Holiday”. Descobre o “Man Inside” de Jack Palance. É um dos “4 in Texas”, ao lado de Frank Sinatra, Dean Martin, Charles Bronson e Ursula Andress.

A partir da década de 60, Anita anda mais pela Europa, nomeadamente Itália e França.

“Il Divorzio” junta-a a Vittorio Gassman. “Woman Times Seven” divide-a entre Vittorio De Sica e Peter Sellers, com a concorrência de Shirley MacLaine. Em “Scusi, Lei è Favorevole o Contrario?” responde a Alberto Sordi e a Bibi Andersson. Junta-se a duas divas europeias – Sophia Loren e Romy Schneider – para “Boccacio 70”. Anita Ekberg - Photo 2

Mas o seu momento alto é em 1960, em “La Dolce Vita”, de Federico Fellini, ao lado de Marcello Matroianni. Anita interpreta uma sedutora diva do Cinema e a sua presença salta permanentes faíscas (para não falar do fogo de artifício que é a sua química com Marcello). Na memória (e nos sonhos de muitos meninos) fica a sua “caminhada” pela Fontana di Trevi (um dos momentos mais emblemáticos da História do Cinema).

 

Retira-se do Cinema em 2002.

 

Anita fica na memória pelo seu rosto belíssimo, pelo seu olhar felino, pela sua voluptuosa linha, pela sua fascinante presença.

 

Ciao Anita.

Continuaremos a banharmo-nos nos teus filmes e na “doce vida” que neles emanas.

 

Evocações:

 

O famoso momento:

 

 

 

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